Mostra homenageia Lima Duarte por seus 60 anos de carreira cinematográfica

lima_duarte.jpgRio de Janeiro – O ator Lima Duarte completa este ano seis décadas de carreira no cinema. Para celebrar a efeméride, o Centro Cultural Banco do Brasil e o curador Amilton Pinheiro promovem a partir desta terça, 1º, até 20 de setembro, a mostra inédita Lima Duarte: profissão ator, com exibição na íntegra de 27 filmes com o artista, incluindo os raros O Rei Pelé e O menino arco-íris, e quatro longas com participação do brasileiro em produções portuguesas.

Além das exibições dos longas, estão previstas duas sessões de debates com a presença do ator e quatro profissionais que o dirigiram nos cinemas: Walter Lima Júnior e Neville D’Almeida, nesta quarta, 2; e Maurice Capovilla e Roberto Bomtempo, dia 16 de setembro. Os debates têm início às 18h30 e são abertos a perguntas do público.

De acordo com o curador da mostra, Lima Duarte já participou da filmagem de 32 filmes. Destes, dois ainda vão estrear até o meio do ano que vem: Família vende tudo, cujo trailer será exibido dia 11; e Topografia de um desnudo, que terá seu making of divulgado no mesmo dia. Um trecho de sete minutos de Quase no céu, de 1949, estreia de Lima no cinema, também está na programação.

SERVIÇO
Lima Duarte: profissão ator
Centro Cultural Banco do Brasil – Rua Primeiro de Março 66, Centro – Rio
De terça a domingo, das 10h às 21h
Até 20 de setembro
Entrada: R$ 4

Informações de O Globo


Confira a programação para esta semana:

TERÇA, 1º
14h – Boleiros (93 min), de Ugo Giorgetti
16h – Boleiros 2 – (100 min), de Ugo Giorgetti
18h30 – O preço da paz (103 min), de Paulo Morelli

QUARTA, 2
14h – A ostra e o vento (112 min), de Walter Lima Jr
16h – Os sete gatinhos (107 min), de Neville D’Almeida
18h30 – Encontro com Lima Duarte, Walter Lima Junior e Neville D’Almeida

QUINTA, 3
14h – O crime do Zé Bigorna (100 min), de Anselmo Duarte
16h – Eu tu eles (104 min), de Andrucha Waddington
18h30 – O jogo da vida (90 min), de Maurice Capovilla

SEXTA, 4
14h – O sobrado (110 min), de Walter Durst e Cassiano G. Mendes
16h – Paixão de gaúcho (100 min), de Walter Durst
18h30 - Novembrada (10 min), de Eduardo Paredes / Corpo em delito (90 min), Nuno César Abreu

SÁBADO, 5
16h – O menino arco-íris – A infância do menino Jesus (77 min), de Ricardo Bandeira
18h30 - Sargento Getúlio (87 min), de Hermanno Penna

DOMINGO, 6
14h – O auto da compadecida (104 min), de Guel Arraes
16h – Lua cheia (93 min), de Alain Fresnot
18h30 – Palavra e utopia (130 min), de Manoel de Oliveira

Carlos Chagas

carlos_chagas.jpgO programa De Lá Pra Cá desta segunda, 31 de agosto, faz uma homenagem aos 130 anos de Carlos Chagas. São convidados o biólogo Pedro Lagerblad, responsável por sequenciar o genoma do barbeiro, inseto transmissor da doença de chagas; e o médico e escritor Moacyr Scliar. Eles comentam a história e carreira de um dos pesquisadores mais importantes no combate às doenças infecciosas americanas, como a malária e a febre amarela.

Carlos Justiniano Ribeiro Chagas, o médico conhecido como Carlos Chagas, nasceu em Minas Gerais, no dia 9 de julho de 1879. Considerado um dos maiores cientistas brasileiros, foi o único no mundo a desvendar todo o processo de uma doença infectocontagiosa. Seu nome está associado à sua maior descoberta: a tripanossomiase americana – o mal de Chagas. Mas essa não é sua única contribuição à saúde pública.

Ele definiu também novos métodos de combate à malária e debelou a epidemia de gripe espanhola, que castigava o Rio de Janeiro, em 1918, depois de matar milhões de pessoas em todo o mundo. Recebeu vários prêmios e honrarias, inclusive duas indicações para o Nobel de Medicina.

De Lá Pra Cá vai ao ar hoje, às 22h, na TV Brasil e pode ser assistido pela web nos seguintes endereços: www.tvbrasil.org.br e www.tvu.ufrn.br (em tela cheia).

O programa será reprisado no próximo domingo, 6 de setembro, às 18h.

 

Homenagem a Luiz Gonzaga

São Paulo – De hoje a domingo, um grande evento musical no Vale do Anhangabaú, centro de São Paulo, vai reunir discípulos do mestre Luiz Gonzaga, como Dominguinhos, Alceu Valença, Elba Ramalho, Oswaldinho do Acordeon e vários outros prestando homenagem ao Rei do Baião.

Apresentam-se ainda outros grupos e artistas nordestinos, como Antônio Nóbrega, Cordel do Fogo Encantado, Banda de Pífanos de Caruaru, Orquestra Popular de Recife, Trio Virgulino e a Família Gonzaga. Além dos shows musicais, que inclui grupos de maracatu e duplas de emboladores, como Caju e Castanha, o evento terá espetáculos teatrais e circenses, barracas com comidas típicas e artesanato de cada Estado do Nordeste.

Informações da Agência Estado

Euclides da Cunha na TV Brasil

O De Lá Pra Cá desta segunda, 13, será dedicado a Euclides da Cunha, um dos maiores escritores da língua portuguesa. Para conversar sobre o autor de Os Sertões, o programa convidou especialistas e escritores de renome nacional.

A equipe da TV Brasil esteve na Festa Literária Internacional de Paraty que reúne, anualmente, intelectuais e escritores. Viajou também a Canudos para buscar novidades sobre o desfecho sangrento do massacre. Ao escolher Euclides da Cunha como tema desta segunda, o De Lá Prá Cá soma-se a outras tantas homenagens que estão acontecendo Brasil afora por conta do centenário de sua morte.

Da cidade histórica de Paraty, o escritor amazonense Milton Hatoum vai falar sobre a viagem de Euclides à sua terra natal. O coordenador da mesa na FLIP O Mar e Os Sertões – Euclides da Cunha, 360 graus, o jornalista Daniel Piza, refez o caminho percorrido pelo escritor na expedição à região do alto Purús, na Amazônia.

O professor Francisco Foot, da Unicamp, abordará as qualidades literárias do escritor. Já a especialista na obra euclidiana e professora da USP, Walnice Galvão, vai fazer uma análise de Os Sertões e  situa  Euclides e sua obra no Brasil do início da República.

De Cantagalo, onde nasceu o escritor, a doutora em literatura Anabelle Loivos fará comentários sobre a biografia do escritor.

O De Lá Pra Cá é apresentado por Ancelmo Gois e Vera Barroso e vai ao ar nesta segunda,13, às 22h, na TV Brasil. O programa será reprisado no próximo domingo, 19, às 18h e também pode ser assistido, nesses dias e horários, via web, pelos seguintes endereços: www.tvbrasil.org.br e www.tvu.ufrn.br.

O Amigo da Onça na TV Brasil

amigop.jpgO programa De Lá Pra Cá da TV Brasil vai comemorar um ano de vida com uma atração especial nesta segunda, 29, mostrando a história do lendário Amigo da Onça, criado por Péricles Maranhão.

Péricles e suas charges foram o carro chefe da revista O Cruzeiro desde a década de 40. Em mais de mil páginas, publicadas semanalmente durante 17 anos, o personagem Amigo da Onça é considerado uma das maiores criações do cartum brasileiro e uma presença obrigatória no imaginário coletivo nacional.

Apresentado por Ancelmo Gois e Vera Barroso, o programa vai mostrar o sucesso desse personagem imortal que, como lembra Jaguar, influenciou a maior parte dos cartunistas brasileiros pelo seu humor irascível e debochado.

O desenhista Chico Caruso e o ator Paulo Betti, autor e diretor da peça O Amigo da Onça montada em 1987, vão falar do encontro imaginário entre Péricles e sua criatura. O De Lá Pra Cá  conversou com Marco Antônio da Silva, que publicou Prazer e poder do Amigo da Onça; Sandro Fortunato, editor do site Memória Viva, que atualmente escreve a biografia de Carlos Estevão, que desenhou por O Amigo da Onça por mais de dez anos após a morte Péricles; e Terêncio Porto que vai falar sobre seu curta A Última do Amigo da Onça.

De Lá Pra Cá vai ao ar às 22h na TV Brasil e também pode ser assistido pela web, no site do canal.

Reprise no domingo, 5 de julho, às 18h.

 

Patativa do Assaré é homenageado no Senado

Brasília – O poeta Antônio Gonçalves da Silva, o Patativa do Assaré, recebeu várias homenagens no dia de ontem 3 de junho, no Senado Federal. O ano de 2009 marca seu centenário de nascimento.

Durante a Sessão Deliberativa, iniciada pouco depois das 14h, houve pronunciamentos de vários senadores e o lançamento do livro Patativa do Assaré – Poeta universal, organizado pelo senador Inácio Arruda. Às 18h30, aconteceu apresentação dos violeiros Roque José e Lindalva Dantas, dos emboladores de coco Elias Ferreira e Daniel Ramos dos Santos e do poeta Gonçalo Gonçalves no Auditório Senador Antonio Carlos Magalhães. Em seguida, foi exibido o documentário Patativa do Assaré – Ave Poesia, dirigido por Rosemberg Cariry.

Durante a Sessão, o cantor Fagner cantou Festa da natureza e Vaca Estrela e Boi Fubá ,da tribuna do Plenário, e disse que “só quem não sabe quem é Patativa do Assaré é a Academia Brasileira de Letras (ABL)”. O senador Mão Santa (PI) disse que a obra grandiosa do trovador dá a seu autor a legitimidade para ser chamado de “pai-d’égua”, ou seja, alguém de grande capacidade. Esse adjetivo ocorreu ao senador ao se lembrar de uma visita ao Ceará, em 1960, do já ex-presidente Juscelino Kubstcheck, quando foi saudado por um nordestino simples como “presidente pai-d’égua”.

O senador Eduardo Suplicy (SP) destacou que Triste Partida, do poeta cearense, é uma das canções preferidas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que a considera uma das mais belas obras do cancioneiro brasileiro. A música, composta por Patativa de Assaré e gravada pelo cantor Luiz Gonzaga em 1964, marca a retirada de nordestinos para São Paulo, a exemplo do que ocorreu com Lula, que, aos sete anos de idade, saiu com a família de Caetés em busca de seu pai, que residia no estado. O filho de Patativa, Geraldo Gonçalves de Castro, também participou das homenagens ao pai, junto com o prefeito de Assaré, Francisco Evanderto Almeida.

O poeta – Antônio Gonçalves da Silva, o Patativa do Assaré, nasceu no dia 5 de março de 1909, em uma pequena propriedade rural localizada no município de Assaré, no sul do Ceará.

Frequentou a escola por aproximadamente quatro meses, em 1921. Agricultor, em 1922 já atuava como versejador em festas, e a partir de 1925, quando comprou uma viola, deu início à atividade de compositor, cantor e improvisador. Em 1926 teve um poema publicado no Correio do Ceará. Seu primeiro livro, Inspiração Nordestina, seria lançado somente em 1956. Em 1978 publicou o livro Cante Lá que Eu Canto Cá, e em 1979 iniciou, com Poemas e Canções, a gravação de uma série de discos, entre os quais se destacam Canto Nordestino (1989) e 88 Anos de Poesia (1997). Faleceu em 8 de julho de 2002.

Documentário – A exibição do documentário Patativa do Assaré – Ave Poesia encerrou a homenagem. Filmado entre os anos de 1979 e 2006, o documentário foi finalizado em 2007. O filme do cineasta Rosemberg Cariry resgata a figura de Patativa, um autodidata que frequentou a escola apenas por poucos meses, mas aprendeu nos livros, nos cordéis, nos jornais e nas revistas a dominar a língua para, através dela, expressar o mundo de poesia que habitava dentro dele.

Além de mostrar o poeta, o filme mostra o trabalhador na roça e no cotidiano com a família e com os amigos. A história começa a ser narrada pelo fim: com imagens do velório de Patativa. A partir daí, Rosemberg percorre a vida do poeta, mostrando acontecimentos pessoais e históricos e destacando a relevância da obra poética do homem que nasceu Antônio Gonçalves da Silva, mas que foi imortalizado como Patativa do Assaré.

O documentário estreou em algumas praças no dia 22 de maio. Veja o trailer.

Informações da Agência Senado (Roberto Homem)

 

Chico Mendes em quadrinhos

Acre – o cartunista Ziraldo irá a Rio Branco e Xapuri lançar seu novo personagem, o Chiquinho, criado para difundir nas escolas do país a luta que o seringueiro Chico Mendes empreendeu em defesa da floresta amazônica.

A História de Chiquinho (30 páginas) foi ilustrado por dois de seus principais desenhistas, Ferreth e Wanderlei, e já circula no Rio com tiragem de 10 mil exemplares.

O livro foi idealizado por Elenira, filha de Chico Mendes que tinha apenas 4 anos de idade quando o pai foi assassinado em Xapuri em 22 de dezembro de 1988. A edição tem ainda a participação de duas acrianas: a poetisa Walquíria Raizer, que produziu o texto, e a jornalista Charlene Carvalho, que pesquisou a história.

Meio gordinho, com olhos grandes, cabelos lisos e negros pendendo sobre a testa, forma displicente ao se vestir, Chiquinho é um retrato fiel do verdadeiro Chico Mendes.

Ziraldo apresenta o livro: “Chico Mendes é um dos heróis do nosso tempo. A notícia de sua atuação na Amazônia, infelizmente, só chegou até nós, depois de sua morte, quando a nação inteira tomou conhecimento da luta árdua daqueles que têm hoje a alcunha gloriosa de ‘povos da floresta’. Agrada-me poder participar da tentativa de querer tornar mais presente a sua história e a história de seus companheiros na luta pelo respeito aos direitos das populações que vivem à sombra das gigantescas árvores da Floresta Amazônica. (…) Gostei de ter supervisionado a rapaziada e fiquei muito feliz ao ver o livrinho pronto. Espero que ele ajude os amigos de Chico Mendes e seus herdeiros de luta no grande esforço de tornar nosso país mais justo. Que as crianças brasileiras amem conhecer essa bela história contada, especialmente, para elas”.

Informações do jornal Página 20

 

Homenagem a Carmen Miranda

Rio de Janeiro – Apresentam-se nesta terça, 26, no CCBB, Verônica Ferriani e Pedro Miranda na série de espetáculos Alô…Alô: 100 anos de Carmen Miranda, em homenagem ao seu centenário de nascimento.

As apresentações acontecem sempre às terças-feiras. Os artistas mostram ao público variadas facetas do repertório de Carmen, desde seus primeiros anos de carreira até a projeção internacional conquistada em Hollywood e na Broadway, passando por seus maiores sucessos no Brasil, os repertórios carnavalesco e junino.

Na próxima semana, haverá show de Eduardo Dussek e Rita Ribeiro.

SERVIÇO
Alô…Alô: 100 anos de Carmen Miranda
Dias 26 de maio e 2 de junho, às 12h30 e 18h30
CCBB Rio – Rua 1º de Março, 66 – Centro – Teatro 2
Telefone: (21) 3808-2007
Entrada: R$ 6

Família cria Instituto Vladimir Herzog

Brasília – No próximo dia 26 de junho, na Cinemateca de São Paulo (SP) será lançado o Instituto Vladimir Herzog, uma iniciativa da família do jornalista, com apoio de mais de uma dezena de instituições. Vlado faria 72 anos no dia 27 de junho, se não tivesse sido assassinado em outubro de 1975 nos porões do DOI-Codi (Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna).

O instituto terá como missão organizar o acervo de documentos, textos e fotos de Vladimir Herzog que, além de jornalista, era fotógrafo, cineasta e professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). A Fundação Padre Anchieta, mantenedora da TV Cultura de São Paulo, onde o jornalista atuou como diretor, doou parte do material que ficará disponível para pesquisa e consulta.

Além de perpetuar a memória de Herzog, o instituto discutirá os caminhos do jornalismo atual. Juntamente com o Sindicato dos Jornalistas (SP), o novo instituto será responsável pelo Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, instituído em 1979.

Informações da Agência Brasil

Comemorações pelos 70 anos de Glauber

Para comemorar o aniversário de Glauber Rocha, que completaria 70 anos neste sábado, 14 de março, vários eventos foram programados, no Brasil e no exterior.

Hoje, na Caixa Cultural, no Rio de Janeiro, será exibido, às 16h, o filme Deus e o diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha. Às 18h30, haverá o debate Do Cinema Novo à Embrafilme. Antes ainda serão exibidos dois outros filmes brasileiros: Dona Flor e seus dois maridos, de Bruno Barreto, às 12h, e O bandido da luz vermelha, de Rogério Sganzerla, às 14h.

Na TV Cultura, será exibido hoje, a partir de 22h30, o programa Zoom, que terá todo o seu conteúdo voltado à vida e à obra de Glauber.

No domingo, 15 será exibido Terra em transe, às 10h, e O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro, às 14h30, no Landmark Cinema, dentro da programação do Los Angeles Brazilian Film Festival, em Los Angeles, EUA.

No Tempo Glauber, no bairro carioca de Botafogo, a programação é a seguinte:

Segunda, 16
Leitura do texto Senhor dos navegantes, de Glauber Rocha, com o grupo Tropa de Palhaços de Quinta, às 15h
Barravento visto por…
de Paloma Rocha e Joel Pizzini, às 17h
Barravento, às 19h
Apresentação musical, às 21h.

Terça, 17
Rocha que voa, de Eryk Rocha, às 15h
Diário de Sintra, de Paula Gaitán, às 17h

Quarta, 18
Leitura do texto A conquista de Eldorado, de Glauber Rocha, com o grupo Nós do Morro, às 15h
Depois do transe
, de Paloma Rocha e Joel Pizzini, às 17h
Terra em transe
, às 19h; e apresentação musical de Negro Leo Trio, às 21h.

Quinta, 19
Milagrez, de Paloma Rocha e Joel Pizzini, às 15h
O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro, às 17h
Debate sobre preservação, restauração, difusão e memória da obra de Glauber, às 19h

Sexta, 20
Leitura do texto O destino da Humanidade, de Glauber Rocha, com o grupo Teatro de Extremos, às 14h
A Idade da Terra
, às 16h
Programação do Cineclube Espaço Utopya, com exibição dos filmes Depois das 9, de Allan Ribeiro, e Joanna Francesa, de Cacá Diegues, às 19h

Leitura recomendada
Glauber e o Ser Tãos da linguagem

SERVIÇO
Caixa Cultural
Unidade Barroso – Av. Almirante Barroso 25, Centro – Telefone (21) 2544-7666
Unidade Chile – Av. Chile 230, Centro – Telefone (21) 2262-8152

Templo Glauber
Rua Sorocaba, 190 – Botafogo – Telefones: (21) 2527- 272 e 25275840

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