Dalva e Herivelto – Uma Canção de Amor

Estreia nesta segunda, na TV Globo, Dalva e Herivelto – Uma Canção de Amor, protagonizada por Adriana Esteves e Fábio Assunção. A minissérie de cinco capítulos foi escrita por Maria Adelaide Amaral e dirigida por Dennis Carvalho e Cristiano Marques. A exibição será feita após a novela Viver a Vida.

Dalva de Oliveira e Herivelto Martins marcaram a época de ouro do rádio. A minissérie conta a história destes que foram dois dos maiores nomes do samba-canção brasileiro e mostra suas trajetórias de grandes conquistas e perdas significativas.

Dalva de Oliveira sempre teve uma bela voz e o apoio de sua mãe Alice para tentar seguir a profissão de artista. Mas sua carreira deslanchou mesmo quando conheceu Herivelto Martins, memorável compositor e o grande amor de sua vida. Ele, rígido e disciplinador, fez dela sua criação. Cuidando desde o repertório até os arranjos, figurino e coreografia.

A parceria entre os dois, no entanto, era melhor nos palcos do que em casa. Eles são até hoje lembrados não apenas por suas músicas, mas também pela paixão que tiveram. Após o término de treze anos de relacionamento, expuseram suas dores e mágoas por meio das letras de suas canções, embalando o Brasil em seus conflitos conjugais.

Embora muito apaixonada por Herivelto, Dalva nunca chegaria a ser completamente feliz no primeiro casamento. O compositor tinha muitas aventuras extraconjugais, o que a enlouquecia. Ele, no entanto, sempre retornava para casa. Até o dia em que conheceu Lurdes, uma mulher linda, jovem aeromoça, filha de uma tradicional família gaúcha. Foi amor à primeira vista. Para ela, Herivelto fez serenatas, compôs canções e cartas de amor. Por ela, terminou o casamento com Dalva de Oliveira, que teve muita dificuldade em aceitar o fim do relacionamento.

Veja cenas da minissérie.



120 anos de Proclamação da República

O programa De Lá pra Cá desta segunda, 19 de outubro, tem como tema os 120 anos da proclamação da República no Brasil. No dia 15 de novembro de 1989, o Marechal Deodoro da Fonseca assinou um manifesto proclamando o novo governo republicano. Mas quais foram os motivos que levaram a decadência da monarquia? O De Lá Pra Cá desta semana busca responder a essa pergunta.

Com a implantação da República, houve a modernização do Estado e a ideia de que a nação teria sido consolidada. No entanto, o maior sonho dos republicanos – acabar com as desigualdades socioeconomicas – não se concretizou. O motivo é explicado no debate com as historiadoras Isabel Lustosa e Maria Tereza Chavez, e o antropólogo Celso Castro.

De Lá Pra Cá vai ao ar hoje, às 22h, na TV Brasil e também pode ser assistido pela web nos seguintes endereços: www.tvbrasil.org.br e www.tvu.ufrn.br (em tela cheia).

O programa será reprisado no próximo domingo, 25 de outubro, às 18h.

Maurício de Nassau

nassau.jpgO programa De Lá pra Cá desta segunda, 5 de outubro, fala sobre o Conde João Maurício de Nassau. Entre 1624 e 1661, parte do nordeste brasileiro esteve sob a égide da missão de colonização holandesa. Esse período ficou conhecido como Brasil Holandês e um dos personagens mais importantes da época é o Conde João Maurício de Nassau, nomeado para governar a colônia de 1637 até 1644.

O governo de Nassau é reconhecido pela valorização e desenvolvimento de Pernambuco. Foi uma época de progresso econômico, comercial, artístico e intelectual. Humanista, o alemão conquistou a simpatia do povo que o apoiava nas obras realizadas na cidade, a exemplo de quando ele quis abrir um zoológico e a população doou uma grande quantidade de animais selvagens sem que ele pedisse.

Para contar os detalhes dessa história e dessa figura, o programa recebe o historiador e escritor Evaldo Cabral de Mello; o autor do livro Maurício de Nassau e o Brasil Holandês, Fernando da Cruz Gouveia; o escritor Pedro Corrêa Lago; o historiador Ronaldo Vainfas; o cantor Alceu Valença; e o jornalista Leonardo Dantas.

De Lá Pra Cá vai ao ar hoje, às 22h, na TV Brasil e também pode ser assistido pela web nos seguintes endereços: www.tvbrasil.org.br e www.tvu.ufrn.br (em tela cheia).

O programa será reprisado no próximo domingo, 11 de outubro, às 18h.

João Cabral de Melo Neto

joaocabral.jpgO programa De Lá Pra Cá desta segunda, 28 de setembro, fala sobre o poeta e diplomata João Cabral de Melo Neto. Membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia Pernambucana de Letras, João Cabral criou um estilo único, propôs uma estética nova e influenciou várias gerações dos anos 50 e 60. Recebeu inúmeras honrarias pelos seus vinte livros publicados, dentre elas os prêmios Jabuti e Luis de Camões. Este último, considerado o mais importante prêmio concedido a escritores da língua portuguesa.

Para debater a obra e o legado de João Cabral de Melo Neto, o De Lá Prá Cá convida o poeta Ferreira Gullar e o crítico literário José Castello.

De Lá Pra Cá vai ao ar hoje, às 22h, na TV Brasil e também pode ser assistido pela web nos seguintes endereços: www.tvbrasil.org.br e www.tvu.ufrn.br (em tela cheia).

O programa será reprisado no próximo domingo, 4 de outubro, às 18h.

Programa Cultura Ponto a Ponto é exibido pela TV Senado

A TV Senado começou a exibir este mês o programa Cultura Ponto a Ponto. Os programas são veiculados no segundo domingo de cada mês, até dezembro.

O programa Cultura Ponto a Ponto tem o objetivo de registrar as atividades, os desejos e o aprendizado dos Pontos de Cultura espalhados no Brasil. Para colher imagens e depoimentos, a equipe da TV Brasil faz uma verdadeira maratona por vários estados e esteve em lugares onde grupos de pessoas se organizam em torno da arte e da cultura popular.

Confira a programação:

11 de outubro – 14h
Giramundo /Kariri-xocó /Vídeo nas aldeias
(Representação:  17/10, às 13h)

8 de novembro – 14h
Poleiro dos Anjos/Labrimp/Mestre cambota
(Representação: 21/11, às 13h)

13 de dezembro – 14h
São Miguel Arcanjo/Graciliano é uma graça
(Representação: 19/12, às 13h)

Informações do MinC

Cora Coralina

cora.jpgO programa De Lá Pra Cá desta segunda, 21 de setembro, fala sobre a grande poetisa brasileira Cora Coralina. Para debater a obra literária da escritora, o programa convida a atriz Tereza Seiblitz; a presidente da Associação Cora Coralina, Marlene Vellasco; a cantora Elenizia da Mata; a professora de literatura e escritora, Darcy Denófrio; e o professor e sobrinho neto de Cora, Paulo Sérgio Bretas Salles.

Cora Coralina nasceu no Goiás Velho, cidade desbravada pelos bandeirantes à procura de ouro. E esse é o principal tema de suas poesias. Cora foi uma mulher simples, doceira e que escreveu versos comoventes, sendo bastante elogiada por Drummond. Ao completar 50 anos, deixou de atender pelo nome de bastimo, Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, e a passou a usar o pseudônimo Cora Coralina que escolhera pra si muitos anos atrás.

De Lá Pra Cá vai ao ar hoje, às 22h, na TV Brasil e também pode ser assistido pela web nos seguintes endereços: www.tvbrasil.org.br e www.tvu.ufrn.br (em tela cheia).

O programa será reprisado no próximo domingo, 27 de setembro, às 18h.

Ninguém faz sucesso sozinho

aaatuta.jpgSão Paulo – O jornalista Antonio Augusto Amaral de Carvalho, o Tuta, dono da Rádio Jovem Pan, lança nesta segunda, 21, a partir das 18 horas, na Saraiva do  Shopping Higienópolis, o livro Ninguém faz sucesso sozinho.

O livro conta a trajetória de vida de Tuta, um inovador e um dos nomes mais importantes da história da rádio e da televisão do Brasil, hoje com 78 anos.

Tudo começou em 1949, quando ele entra na então Rádio Panamericana, na época, a “Emissora dos Esportes”.  Em 1952, Tuta assumiu a direção-geral da Panamericana. Tinha 21 anos de idade. Em 1953, Tuta deixou a Panamericana para trabalhar TV Record, que iniciava suas transmissões. Na TV Record, criou e dirigiu programas históricos da televisão brasileira, como O Fino da Bossa, Bossaudade, Família Trapo, Hebe, Show do dia 7 e muitos outros que marcaram época.

Por seu trabalho na TV Record, da qual se desligou em 1973, Tuta recebeu por dez anos consecutivos, a partir de 1955, o Prêmio Roquete Pinto, que era a maior distinção da televisão brasileira na época.  Embora pertencendo aos quadros da TV Record, Tuta assumiu novamente a direção da Rádio Panamericana em 1964. O nome Jovem Pan, substituindo Panamericana, surgiu em 1965, dado pelo doutor Paulo Machado de Carvalho. Em 1966, Tuta começou a grande transformação da emissora que, mais tarde, se tornaria em uma referência do rádio brasileiro. As muitas histórias das mais de quatro décadas seguintes é contada Ninguém faz sucesso sozinho.

José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, resume a história de sucesso com essas palavras que escreveu no livro: “Quando todos os profissionais de rádio achavam que nada mais havia para ser feito nesse veículo, Tuta apareceu com a inovadora Jovem Pan, diferente de todos os modelos existentes no rádio de todo mundo (…) Na televisão, Tuta foi responsável por inovações no esporte e no entretenimento que entraram para a história do veículo”.

Marcos da Televisão Brasileira

marcostv.jpgSão Paulo – Para comemorar os 59 anos de história da TV Brasileira, a PRÓ-TV – Associação dos Pioneiros, Profissionais e Incentivadores da Televisão Brasileira organizou a exposição Marcos da Televisão Brasileira, que será aberta ao público neste sábado,no Memorial da América Latina.

São 35 banners com fotos de artistas e os fatos que marcaram a televisão brasileira. Também estarão expostos objetos, troféus, jornais, revistas, fitas e scripts, a primeira câmera usada na TV Tupi de São Paulo, além dos famosos bonecos e figurinos da TV Cultura, como Garibaldo, Glub-Glub, X-Tudo, a personagem Morgana e outros.

SERVIÇO
Marcos da Televisão Brasileira
Foyer e galerias laterais do Auditório Simón Bolívar, no Memorial da América Latina
De 19 de setembro a 17 de outubro, de terça a domingo, das 9h às 18h
Entrada franca
Visitas monitoradas em grupo (associações e escolas entre outros) podem seragendades  com Lea Camargo e Patrícia Mayo, pelo telefone (11) 3872-7743 ou pelo email protv.museudatv@gmail.com
Mais informações: www.museudatv.com.br/marcosdatv

De Lá Pra Cá presta homenagem a Dina Sfat

dinasfat.jpgO programa De Lá Pra Cá desta segunda, 14 de setembro, presta uma homenagem a Dina Sfat. Para relembrar a carreira da atriz, que morreu há 20 anos, Ancelmo Gois e Vera Barroso entrevistam o cantor e compositor Milton Nascimento que escreveu a música Cravo e Canela inspirada em Dina. Já o biógrafo Antonio Gilberto e o cineasta Jon Tob Azulay falam sobre a vida e os principais trabalhos da artista no teatro, nas novelas e no cinema.

Filha de judeus, Dina Kutner de Souza estreou nos palcos em 1962 na peça Antígone América, de Carlos Henrique Escobar, montagem de Antônio Abujamra. Dona de uma interpretação singular, marcada pela expressividade e pela emoção, a atriz também teve uma atuação marcante no cenário cultural e político brasileiro, participando de movimentos a favor da democracia e pela liberdade de expressão.

No cinema, estrelou flimes como Jardim de Guerra, 1970; Tati, a Garota, 1973; Álbum de Família e Eros, o Deus do Amor, ambos em 1981; Das Tripas Coração e Tensão no Rio, em 1982. No mesmo ano, ela interpreta a pintora Tarsila do Amaral em O Homem do Pau Brasil. Seu último filme foi O Judeu e só estreou após sua morte. Dina morreu aos 50 anos, vítima de câncer de mama.

De Lá Pra Cá vai ao ar hoje, às 22h, na TV Brasil e também pode ser assistido pela web nos seguintes endereços: www.tvbrasil.org.br e www.tvu.ufrn.br (em tela cheia).

O programa será reprisado no próximo domingo, 20 de setembro, às 18h.

Heleno de Freitas

helenof.jpgO programa De Lá Pra Cá desta segunda, 7 de setembro, relembra a história de vida do craque-galã Heleno de Freitas. Para debater a conturbada trajetória de vida do jogador de futebol, o programa convida o biógrafo Marcos Eduardo Neves, o comentarista esportivo Luiz Mendes, o jornalista João Máximo, a cantora Ana Buarque de Hollanda, o médico José Tollendal e o diretor José Henrique Fonseca.

Dono de uma postura elegante e de um gênio intempestivo, Heleno de Freitas é considerado o maior ídolo alvinegro da década de 40. Seu futebol encantou o mundo e lhe rendeu frases e expressões emblemáticas como a que se encontra na sua estátua em Barranquilla, na Colômbia : “El Salvador”.

No entanto, sua vida foi marcada por vícios em drogas. A dependência química o levou a uma tentativa de suicídio: se eletrocutar durante um dos treinos do Botafogo. Heleno também teve complicações com sífilis e ficou louco. Morreu jovem e esquecido em uma sanatório de Barbacena, Minas Gerais, no ano de 1959.

De Lá Pra Cá vai ao ar hoje, às 22h, na TV Brasil e também pode ser assistido pela web nos seguintes endereços: www.tvbrasil.org.br e www.tvu.ufrn.br (em tela cheia).

O programa será reprisado no próximo domingo, 13 de setembro, às 18h.